Quem quer dinheiro?

Pe. Maurício Brandolizel, C.Ss.R.
Editor do jornal Nosso Guia
e Rapidinho

      Quando estudante no Seminário, eu tive um formador que dizia: “O dinheiro é um diabo, mas o diabo é não ter dinheiro” (Pe. Silvério Negri). De fato, o dinheiro faz falta para muita gente que vive à mingua... Por outro lado, o dinheiro é uma constante tentação na vida das pessoas. Ele escraviza. Sobre este perigo Jesus Cristo já fazia um alerta: “Ninguém pode servir a dois senhores... vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24).

    O dinheiro se tornou o ‘deus’ para muita gente e é buscado, sem escrúpulos, por meios injustos e escusos. O perigo ronda a todos. No momento se destacam as classes políticas e empresariais. As empresas fi - nanciam os políticos que, por sua vez, benefi ciam escandalosamente as empresas.

     Repito, o dinheiro é uma tentação tão grande que ninguém fi ca isento da possibilidade de cair nela. Até religiosos acabam fazendo do dinheiro o seu ‘deus’.

     Meses atrás, o Papa condenou a mentalidade mundial que faz do dinheiro um ídolo, um deus. Lamentou que sejam destinadas “somas escandalosas” de dinheiro para salvar bancos, e só “ninharia” para resgatar refugiados ou imigrantes. “Quem governa então? O dinheiro! Como governa? Através do medo, da desigualdade, da violência econômica, social, cultural e militar que gera mais e mais violência em um ciclo que parece não acabar jamais”, afi rmou. E arrematou com mais ou menos estas palavras: “Quem é fanático por dinheiro, por favor, não seja político, nem entre para o seminário”!

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Todo cristão ama Maria!

Pe. Maurício Brandolizel, C.Ss.R.
Editor do jornal Nosso Guia
e Rapidinho

      Aprendi a rezar (e puxar) o terço ainda criança, nos meus 5 ou 6 anos. Meu pai contemplava sempre (e de cor) os mistérios gloriosos e, à noite, junto com mamãe e meus irmãos menores, lá na roça, à luz do candeeiro a querosene, rezávamos o terço antes de dormir.

    Em casa não havia livros, a não ser o manual de congregado mariano de meu pai, em cima da cômoda... A cartilha escolar foi o primeio livro nas minhas mãos. Depois disso, me lembro da primeira revista em quadrinhos: a história dos três pastorinhos (Lúcia, Francisco e Jacinta) que tiveram a visão de Nossa Senhora na Cova da Iria. Sem outra literatura lá na roça, sei lá quantas vezes folheei relendo aquela história! Ficou marcante para mim.

     Aos 10 anos, recém-mudado para a cidade, participei das homenagens à Nossa Senhora no mês de maio. Lembro-me que nós crianças fazíamos uma grande fila para entrar na igreja e cantando depositávamos flores aos pés de Maria. Alguns anos depois, também no mês de maio, cantávamos belíssimas ladainhas de Nossa Senhora no Seminário Santo Afonso, em Aparecida/SP.

     Por que homenagear e amar Maria? Entre tantas explicações possíveis, compositores católicos, com seus cânticos, nos ensinam: “Como é bonita uma religião que se lembra da Mãe de Jesus! Mais bonito é saber quem tu és. Não és deusa, não és mais que Deus. Mas depois de Jesus, o Senhor, neste mundo ninguém foi maior!” (Pe. Zezinho). Ou ainda: “Por que amo assim Maria?... Se até meus inimigos devo amar com todo amor, como não amar aquela, que me trouxe o Salvador?” (Pe. Antônio Maria).

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Tá nervoso? Vai pescar!

Pe. Maurício Brandolizel, C.Ss.R.
Editor do jornal Nosso Guia
e Rapidinho

      “Que calor, hein? Será que chove?” Quando não se tem assunto para conversa, o jeito mais fácil é comentar o tempo. Quando se pergunta “Como vai a vida?”, a resposta infalível é: “Aquela correria de sempre!”.

    O mundo moderno, com sua tecnologia, redes sociais, meios de comunicação, trânsito intenso, exigências do mercado de trabalho, necessidade de conciliar tudo isso com a própria família, fez da vida um vai e vem contínuo, gerando muitas vezes estresse e preocupação. Aí entra a famosa frase: “Tá nervoso? Vai pescar!”. Uma frase muito bem-vinda para todo amante de pescaria, sofrendo ou não de estresse, preocupado ou não com a vida.

     Uma vez recebi um convite para a pescaria. Data? Uns dois meses depois. Ocasião? Semana Santa! Não questionei na hora. Só respondi que na Semana Santa o padre não poderia se dar ao luxo de ir pescar. Reprodução Mas um cristão pode se dar ao luxo de passar o Tríduo Pascal e Domingo da Ressurreição afastado da Comunidade, na praia, na fazenda, na beira do rio, pescando ou simplesmente descansando? (não ouso dizer “bebendo todas!”)

     Será que o calendário lunar não está mais que propício para a pesca do melhor peixe? Sim, no início da era cristã, e até hoje ainda, se usa o peixe para simbolizar Jesus Cristo. Por isso, Semana Santa é tempo de fi sgar o maior e melhor peixe: um encontro especial com o Ressuscitado!

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Jesus histórico e Cristo da fé

Pe. Maurício Brandolizel, C.Ss.R.
Editor do jornal Nosso Guia
e Rapidinho

      Todas as crianças crescem acreditando em “Papai Noel” e com o passar dos anos descobrem que os presentes recebidos eram do próprio pai ou da mãe.

    Mal comparando, mas pode-se dizer que a maioria das crianças cristãs cresce aprendendo a história da vida de Jesus de Nazaré, e depois, mesmo tendo acesso a um estudo mais aprofundado, que ensina o sentido dos evangelhos, não consegue fazer uma abstração para chegar no conteúdo. De fato, o Evangelho tem narrativas históricas. A morte de Jesus na cruz, por exemplo, é um fato histórico. E os milagres? Sim, milagres acontecem, mas como bem escreve o próprio evangelista João, são narrativas que servem de sinais para que o leitor se converta, tenha fé em Jesus e ganhe a vida eterna.

     Quando se aprofunda o sentido dos livros do Novo Testamento, então aprende-se que os Evangelhos não são puras narrativas da vida histórica de Jesus. Cada evangelista teve um objetivo especial. Por isso nem sempre as narrativas (“histórias”) de um evangelista são as mesmas “histórias” do outro. Exemplos: “Magos do Oriente (só em Mateus), “O fi lho pródigo” (só em Lucas), “Bodas de Caná” (só em João). Se o Evangelho tivesse a intenção de contar a vida (biografi a) de Jesus, certamente fatos tão marcantes seriam registrados pelos quatro evangelistas.

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Virada da vida

Pe. Maurício Brandolizel, C.Ss.R.
Editor do jornal Nosso Guia
e Rapidinho

      Show da virada acontecendo... E no dia 2 de janeiro parece que tudo continua do mesmo jeito. Os desejos de paz, de alegria, de felicidades se derretem... Viramos para 2017. Falta virar de vida. O primeiro passo é desaprender. Nos últimos anos, os brasileiros cresceram muito no “aprendizado” da intolerância, principalmente no campo político, contaminando todos os partidos e também grande parte dos eleitores. Como consequência, “crescemos” na ignorância, no preconceito, no fanatismo, na violência, nas brincadeiras maldosas, nas palavras que ferem, nas agressões e até no ódio...

    O verdadeiro show da virada é ser fã do “menino que nos foi dado” pelo Pai Eterno. “Deus amou tanto o mundo que enviou seu Filho, não para condenar, mas para salvar o mundo” (cf. Jo 3,16). Seu caminho é a “não-violência”. Quem é fã de um cantor gosta de cantar as canções dele. Quem gosta de novela, segue a novela. Quem gosta de esporte, pratica esporte ou se interessa por este assunto. Quem é fã de Jesus tem que caminhar por este mundo à maneira d’Ele, isto é, “fazendo o bem a todos”. É urgente arrancar de nós (desaprender) o preconceito, o ódio, a violência física, a violência de palavras... O nosso Papa Francisco diz: “A violência não é o remédio para o nosso mundo dilacerado”.

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O Pai Eterno é plenamente indulgente

Pe. Maurício Brandolizel, C.Ss.R.
Editor do jornal Nosso Guia
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      O Papa Francisco encerrou o Ano Santo da
Misericórdia propondo perdão e caridade. E foi gratifi cante ouvir dele: “Ainda que se feche a porta santa, permanece sempre escancarada a verdadeira porta da misericórdia, que é o coração de Cristo”. E também: “Este Ano Santo nos convidou a redescobrir o centro da vida cristã, a retornar ao essencial, que é a misericórdia”.

    No contexto do Ano Santo e de datas extraordinárias da vida da Igreja, sempre se fala de “indulgência plenária”. Trata-se de um costume histórico aplaudido por muitos e questionado por outros. O questionamento se apresenta porque parece colocar “condições” ao perdão generoso do Pai Eterno.

     A palavra “indulgência” é a característica da pessoa indulgente, ou seja, de quem tem facilidade de perdoar os erros cometidos por outros. Outros sinônimos: clemência, tolerância, perdão, misericórdia... Essas qualidades levam para a ação de absolver alguém de um castigo ou de uma punição. Etimologicamente, o termo indulgência se originou a partir do latim indulgentia, que signifi ca “bondade”, “gentileza”, “perdão de uma pena”. Assim, a indulgência é uma qualidade humana bastante louvável, pois representa a bondade e a capacidade de ser tolerante perante ações ou particularidades das outras pessoas.

     Se é possível encontrar nos humanos uma qualidade tão valiosa, quanto mais é certo que se encontra no coração divino esta qualidade de modo total e pleno, em grau infi nito. O Pai é plenamente misericordioso. Não estou colocando aqui questionamento sobre a visão doutrinária do catolicismo. Aprendi com um conceituado professor de teologia que “quando um dogma não está me ajudando ou me deixa um tanto confuso, é melhor deixar ‘de molho’ o dogma até a graça de Deus me esclarecer”...

   Que as palavras e os gestos de Jesus no Evangelho, e também as atitudes misericordiosas de tantas pessoas neste mundo de Deus (Teresa de Calcutá, Irmã Dulce dos Pobres, São Damião de Molokai, São Francisco de Assis, do próprio Papa Francisco e tantos outros), infl uenciem em todos nós para que sejamos mais indulgentes, compreensivos, pacientes, clementes, como o Pai do céu é indulgente e misericordioso!

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Redentorista não
pode viver parado

Pe. Maurício Brandolizel, C.Ss.R.
Editor do jornal Nosso Guia
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      “Os redentoristas procuram levar adiante a obra missionária do Santíssimo Redentor e dos Apóstolos: ‘Enviou-me para evangelizar os pobres (Lc 4,18)’”. Essa história começou com o padre Afonso Maria de Ligório. Saiu de Nápoles para descansar nas montanhas de Scala, viu a situação dos pobres, principalmente dos habitantes na zona rural que, na época, constituíam grande parte da população, teve compaixão deles, e em novembro de 1732, fundou a Congregação dos Missionários do Santíssimo Redentor.

    A história dos missionários atribui ao trabalho incansável de São Clemente Maria Hofbauer (+1820), homem ornado “de admirável vigor de fé e da virtude de invencível constância”, o fato da Congregação propagar-se além dos limites da Itália. Ele, saindo da Itália, constituiu comunidades na Áustria e na Polônia, onde descobriu novos campos de atuação apostólica, empregando novas formas de ação missionária, com apoio do próprio fundador Afonso de Ligório.

     Nos últimos anos os redentoristas trabalham, em todo o mundo, inspirados em São Clemente sob o lema: “Anunciar o Evangelho de modo sempre novo, com renovada esperança, corações renovados, estruturas renovadas para a missão”.

     Procurando se renovar constantemente, acontece agora em novembro, um encontro internacional de superiores redentoristas, chamado de ‘Capítulo Geral’. Pela primeira vez se realiza no continente asiático, na Tailândia, onde a presença redentorista é muito signifi cativa. E os temas já refl etidos em assembleias regionais, e outros que estão sendo abordados nessa fase, têm a fi nalidade de “comprometer a vida dos missionários redentoristas à causa do pobre e do abandonado, igual Santo Afonso, São Clemente e São Geraldo o fi zeram”. Além desses e de tantos outros, para nós aqui no Brasil Central temos a fi gura do Pe. Pelágio que nos inspira. Saiu da Alemanha para evangelizar no Brasil. Aqui viveu 52 anos sem nunca voltar para sua terra.

    Enfim, o Papa Francisco está sempre pedindo que sejamos uma “Igreja em saída”, isto é, ser Igreja (comunidade evangelizadora) para o mundo e não só para si mesma. Afonso saiu em direção aos pobres de Scala, Clemente para outros países, Pelágio para o Brasil... Redentorista não pode viver parado...

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O desafio de
quem comunica

Pe. Maurício Brandolizel, C.Ss.R.
Editor do jornal Nosso Guia
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      Dias atrás, o Papa Francisco se encontrou no Vaticano com jornalistas italianos e refletiu com eles sobre a figura do jornalista, do comunicador, daquele que tem responsabilidade na formação da opinião pública em um mundo cada vez mais tecnológico. Vivemos num mundo que se torna cada vez menor através dos meios de comunicação, dos progressos tecnológicos, interligando-nos sempre mais. Todavia, lembrou o papa, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. O mundo continua a sofrer múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza. E neste mundo, os meios de comunicação e seus operadores podem ajudar a fazer com que uns se sintam mais próximos dos outros. O jornalismo deve contribuir a fazer crescer a dimensão social das pessoas, respeitando a sua dignidade e amando a verdade dos fatos.

    Sobre as palavras do Papa, o jornalista da Rádio Vaticano, Silvoney José, afi rmou: “Podemos dizer que o Papa evidenciou que o branco e o preto, que são nitidamente subdivididos, são cores quase nunca identifi cáveis nos textos dos jornalistas de hoje. Isso significa, em outras palavras, que frequentemente, principalmente em debates políticos, não se consegue distinguir claramente quem errou e quem tem razão. Em síntese, o que é certo e o que é errado, o que é verdadeiro e o que não é verdadeiro”.

      E continua Silvoney José: “Consciente do corre-corre que essa atividade comporta, sempre atrelada ao ‘horário de fechamento’, o Papa recordou, todavia, que o jornalista tem grande responsabilidade, pois de certa maneira escreve ‘o primeiro esboço da História’ e determina a discussão e a interpretação dos eventos. Por isso, é importante ‘parar e refletir’. E o Pontífice ofereceu três elementos de reflexão: amar a verdade, viver com profi ssionalismo e respeitar a dignidade humana”.

  A reflexão do Papa foi um verdadeiro manual de ética para os jornalistas que atuam ou atuarão nesta profi ssão de contar a história que acontece no tempo. Não devemos comunicar nós mesmos, mas sim a verdade. Esse é o grande desafi o da pessoa que trabalha na comunicação.

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Vocês são sal da
terra e luz do mundo

Pe. Maurício Brandolizel, C.Ss.R.
Editor do jornal Nosso Guia
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      Com altos e baixos, cinco paróquias com suas dezenas de Comunidades viveram, nesse mês de agosto, a terceira fase das Santas Missões Populares. Vários objetivos foram buscados. Entre outros: renovar a fé dos já participantes, dar oportunidade de conversão aos afastados e suscitar um novo impulso para que cada Comunidade possa viver sua Missão de ser sal e luz, segundo a própria afi rmação de Jesus: “Vocês são o sal da terra, vocês são a luz do mundo”! (cf. Mt 5, 48 e ss).

     Pode parecer estranho, mas a Bíblia, mesmo falando de multidões, deixa transparecer que os verdadeiros adoradores do Senhor sempre formaram um número pequeno de fi éis. Recordo-me quando ainda jovem, estudando Sagrada Escritura, perguntei ao meu professor doutor em Teologia Bíblica: “O povo de Israel era de fato, na sua maioria, temente ao Senhor Javé”? “Não, Maurício, respondeu o professor, o povo de Israel, ligado ao Templo e à fé, sempre foi um grupo reduzido! Igual aos dias de hoje. Uma porcentagem mínima dos que afi rmam acreditar em Deus procura, de fato, frequentar a Igreja e andar nos seus caminhos”.

      Assim se expressou Jesus: “Não tenha medo, pequeno rebanho, pois ao Pai agradou dar-lhe o Reino” (Lc 12,32). A impressão que Jesus nos deixa é que seus seguidores serão sempre “pequeno rebanho”. Igrejas e pregadores frequentemente estão procurando aumentar a quantidade dos seu fiéis. Foi também, no passado, uma grande preocupação da Igreja Católica. Jesus contou com poucos na sua vida. Mas quis fazer deles agentes de transformação. “Vocês são sal da terra e luz do mundo”. O sal, se não perder sua força, tem um poder enorme de dar sabor. Jesus queria que seu discípulo temperasse esse mundo. Que fosse “sal na medida certa”... pois de menos, não é efi caz, e demais, estraga e complica tudo. Jesus quer que seu discípulo seja luz, lamparina... pequeno facho a iluminar. Jesus não falou que seu discípulo é um “sol”... o sol pode queimar... ofuscar e até cegar quem olha para ele...

  Eis aqui um caminho para a quarta fase da Missão Popular. Se porventura, a Missão não arrebanhou muito mais gente para a Comunidade, se o grupo continuou pequeno, é bom lembrar da fala de Jesus “Não tenha medo, pequeno rebanho”... pois de fato basta apenas um pouco de sal para dar “sabor e temperar” o ambiente onde se vive e este mundo insípido. Basta ser uma pequena lamparina para diminuir as trevas. “Seja fi el até à morte, e darei para você a coroa da vida” (Apocalipse 2,10)

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